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Mostrando postagens de fevereiro, 2021

EU e a LUA...

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  EU E A LUA Ah !!! que nenhuma alma tente ver no vão da porta envelhecida  a curiosidade instigada pelos meus passos lá fora é o meu amor pela lua nos devaneios de réstias que iluminam eu todo nú: eu ! A lua de iluminação tão rara me pergunta silenciosa que caminho vou eu... e eu lhe sussurro maroto está noite minha cara amante meu corpo é todinho seu !   E lá me vou pela noite adentro de passos mansos,  nu no espirito, no corpo e alma...  levando apenas o que me pertence o corpo, a alma e a luz  e esta saudade que me devora... Nos pensamentos vou cantarolando,  uns versos sobre a noite sem que o poema termine e a Lua enfim se compadeça de minhas dores e num breve instante me absorva... Me leve embora! #poethaabiliomachado #euealua #25/02/19.22h

A MÁSCARA DA MORTE RUBRA

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 (2016) COLEGIO ESTADUAL DO PARANÁ  ARTE DRAMATICA  E FORMAÇÃO DO ATOR CENICO Coordenação do projeto: Jaqueline Valdívia. Diretores: Abilio Machado, Daniela Coraiola, Ileana Melo, Lucimara Camargo, Luiz Guilherme, Régis D. Blizzard e Wilison França.  Atores: Abilio Machado, Andréa Szcolne, Annie Van Der Meer, Bruna Prado, Dani Coraiola, Danielle Santos, Elizabeth Rosales, Elizeu Eloi Giovanella, Ileana Melo, Gidiane Ramos, Lucimara Camargo, Luiz Lima, Joslaine Ossoski, Juliana Polle, Juliano Bielah, Renata Gehlen, Régis D. Costa, Rosana Ramos, Vitoria Marafigo, Wanderli Loyola, Wilison França. Iluminação e Figurino: Helio de Aquino. Cenário: Abilio Machado e Elizeu Eloi Giovanella. Coreografia: Dani Coraiola.  Sonoplastia: Eliézer Bueno.  Fotografia: Lívia Loos.

CORAÇÃO NÃO É GAVETA !

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  ... Engole o choro. Engole sapo. Cala a boca. Cala o peito. Mas o corpo fala, e como fala. Fala a ponta dos dedos batendo na mesa. Falam os pés inquietos na cama. Fala a dor de cabeça. Fala a gastrite, o refluxo, a ansiedade. Fala o nó na garganta atravessado. Fala a angústia, fala a ruga na testa. Fala a insônia, o sono demasiado. ... Você se cala, mas o falatório interno começa . ... As pessoas adoecem porque cultivam e guardam as coisas não digeridas dentro de seus corações.... Expressar tranquiliza a dor. Dor não é pra sentir pra sempre. Dor é vírgula. Então faz uma carta, um poema, um livro. Canta uma música. Pega as sapatilhas, sapateia. Faz piada, faz texto, faz quadro, faz encontro com amigos. Faz corrida no parque. Fala pro seu analista, fala para Deus, para o universo... se pinta de artista. Conversa sozinho, papeia com seu cachorro, solta um grito pro céu, mas não se cale. Pois “se você engolir tudo que sente, no final você se afoga” . CORAÇÃO NÃO É GAVETA!  #Ocor...

Chove là fora:__Eu !

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  CHOVE LÁ FORA : _EU ! Hoje acordei banhado naveguei em lágrima A chuva caía meu sexo indiferente aqueceu depois na água quente da banheira e da esponja macia limpei os despojos de um outro alguém... Me sinto um lixo Como pude fazer sexo assim, sem amor ?! Como pude deixar ir assim além? Como pude deixar teu corpo cravar-se ao meu me fazer homem? me fazer mulher? Me arrancou os medos Marcou meu corpo com os dentes seus. Meu Deus! Como foi fácil me perder em seus braços me deixar levar assim sem embaraços... ...Pela pele, pela força. Algo que ainda atordoa, o poder d'um olhar... Me fez gemer Me fez suplicar Cada vez por mais! De manhã se foi Só! Eu fiquei. Com a vontade de não ter deixado ir embora Quem muito n'uma noite me deu! (poesia de abril de 1999. #poethaabiliomachado)

AQUELE MENINO EU SEI

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Um dia fui menino, entre dias  Hoje é que vejo quão feliz o era... Um tempo lá atrás em passos  O passado é este destino Eu, por muito me via perdido.., Descaminhos... Mas era assim ainda feliz  por não ser homem ainda Queria que tudo se demorasse Que ainda pudesse brincar no Rio Cambuí estancado Correr contente  nu pela ilha Calça feito coçar na cabeça cheia de versos Cabeça cheia de histórias... Ria sozinho em.meus momentos bons... Chorava sozinho pelo bullyng que me doíam  Ria e chorava....Chorava e ria.... Ah! Hoje sou este homem Por vezes contido Hora implodido em mim... Hora explosivo sem fim.... Vejo marcas, vejo no tempo, vagas... Me pergunto se minto para alimentar minhas verdades  Fui realmente uma criança feliz ?! Aquele espaço,  quântico,  de lá e do aqui... O que fez de mim ?! Sou um ser ausente no infinito No limite de memórias autênticas  Mas limitadas nas frases expostas No medo de contar que sou tudo De relatar que sou fruto ...

A amizade e o silêncio...

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  Ninguém nunca diz, mas uma das verdades é que amizade verdadeira é algo muito raro, no mundo de hoje é como encontrar uma pepita de ouro. Devemos nos educar pra não confiar e nem sermos dependente da amizade e companhia de ninguém. Falar com todos, conversar com poucos e falar de si com ninguém, apenas com seu psicólogo, ao seu médico e com o seu Deus. As pessoas só procuram as outras por si mesmos, muitos inclusive só lembram até mesmo de Deus na necessidade, quando está no poder, nadando na luxúria, assim faz com o médico e assim com o psicólogo, dê valor a aqueles que estão perto, que lhe ajudam, que lhe levantam, que se dispõem a estar contigo . Deixar-se levar deve ser feito com atenção e cuidado...Só fale o necessário, use as peneiras de Sócrates, assim cultivará os amigos sinceros e afastará os casuais. Observe-se... Boa noite ! #ensinamentosdopapainoel #psiabiliomachado #psicologiapastoral

Um pouco a cada dia...

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  Ela aquele dia me sorriu com o semblante ingênuo, que me fez convidá-la para ir ao teatro, fomos assistir ENTRE DUAS MULHERES no Teatro  Rodrigo D'Oliveira,  a peça estrelada pela irmã de Pitta uma ex professora. Tudo me parecia a criação duma nova estação, de outro eu, um novo estado, entre o líquido e o gasoso. Entre o silêncio e o zumbido. Entre a solidão e sua companhia. Passei a não fazer mais nada sozinho. Escondi meus deletérios, deletei meus infernos, minhas intempéries. Artesão que sempre fui, recriei-me a partir de inéditas matérias-primas, primeiro a matéria, depois as rimas, das palhetas e suas cores, das palavras que emergem de algum lugar a meus montes de textos. A clara evidência de sua pureza em clarividência, era sabermos que por hora nos completávamos. Opaca era a minha estação dando lugar à exata estação dela. Ela estava ali, e fazia correr nas noites para ir encontrá-la, quando me desejava, quando me queria, e éramos felizes nas noites frias. Estado ...

Tá certo !

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  Tá certo ! Tá certo, porque a vida às vezes nos prega umas surpresas que faz com que reflitamos mais sobre coisas, detalhes, infimidades que deixamos passar, e ora vejam...Estava tudo ali, parecia que fechávamos os olhos para aqueles pedacinhos...mas estava tudo ali... como no filme "de olhos bem fechados" ou como diria Rubens Alves: quem perdoa tudo quer dizer que não se importava com nada... Seria isso ???  Reflexões de uma manhã domingueira...