SER BOM DIA NA NOITE
Abriu mais um dia...
Os relógios tilintam nas cabeceiras
Esperneiam madrugada afora
Acordem...Acordem...
O dia te espera!
Corpos se içam para fora das camas
Pernas caminham rumo a terminais lotados,
marmita na mochila,
Livros pendurados aos ombros
Ainda sou poetha nostálgico e arcaico.
O amanhecer não se demora
A chuva lhe molha
Roupas, cabelos e seus pés
O sol furtivo hoje tirou folga
Quê vontade de retornar para o quarto,
Livros pendurados aos ombros
Ainda sou poetha nostálgico e arcaico.
O amanhecer não se demora
A chuva lhe molha
Roupas, cabelos e seus pés
O sol furtivo hoje tirou folga
Quê vontade de retornar para o quarto,
para a alcova
Mas logo lembra das contas
Quem pagará?
Nas longas filas
Tristes rumos para alguns,
Olhares perdidos para o nada
Do nada adianta se revoltar
O jeito é seguir...
Felicidade a outros,
Olhos que sorriem...
Sabem que irão e têm braços onde voltar
Abraços, a noite, um quase não dormir
Tamanha agitação,
Mas tudo foi tão bom...
Pelé, cheiro, suor, explosão!
Há quem já comece cansado,
Mas logo lembra das contas
Quem pagará?
Nas longas filas
Tristes rumos para alguns,
Olhares perdidos para o nada
Do nada adianta se revoltar
O jeito é seguir...
Felicidade a outros,
Olhos que sorriem...
Sabem que irão e têm braços onde voltar
Abraços, a noite, um quase não dormir
Tamanha agitação,
Mas tudo foi tão bom...
Pelé, cheiro, suor, explosão!
Há quem já comece cansado,
desanimado,
Nova jornada se inicia
A procura de vaga
Por hora não há nada
Emprego não há!
A fé está no esperançar
No verbo cabuloso
De que dia a dia
Tudo pode mudar
Dormir, acordar, ar,
Falar, caminhar, começar,
Rezar, molhar, olhar,
Trabalhar, esperar...
Quem disse que agora era o momento de ao escrever, rimar?
Que pode o pobre poetha fazer,
Se as palavras não param de pulsar...
A beleza do dia deve compor sua melodia
Faça de seus passos uma música desmedida
Faça dos momentos uma ópera da vida
Não se abata pelas incertezas incertas
Não se basta aos olhos de si mesmo
Seja mais que um número
Seja mais que esperam de ti
Não seja tolo, não seja mudo
Seja, sim, a luz no mundo de alguém...
Nova jornada se inicia
A procura de vaga
Por hora não há nada
Emprego não há!
A fé está no esperançar
No verbo cabuloso
De que dia a dia
Tudo pode mudar
Dormir, acordar, ar,
Falar, caminhar, começar,
Rezar, molhar, olhar,
Trabalhar, esperar...
Quem disse que agora era o momento de ao escrever, rimar?
Que pode o pobre poetha fazer,
Se as palavras não param de pulsar...
A beleza do dia deve compor sua melodia
Faça de seus passos uma música desmedida
Faça dos momentos uma ópera da vida
Não se abata pelas incertezas incertas
Não se basta aos olhos de si mesmo
Seja mais que um número
Seja mais que esperam de ti
Não seja tolo, não seja mudo
Seja, sim, a luz no mundo de alguém...
e quem sabe, será seu tudo !
Por hora, amém....

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